A desconexão entre marketing e resultado financeiro é um dos maiores problemas corporativos do Brasil. Em pesquisa recente, 73% dos CFOs afirmaram não confiar nos relatórios de ROI apresentados pelo marketing. Não é um problema de dados, é um problema de linguagem e governança.
Equipes de marketing reportam impressões, cliques, leads e conversões. O C-level quer saber sobre margem de contribuição, payback, impacto no EBITDA e retorno sobre capital investido. Enquanto essa tradução não acontecer, marketing será visto como centro de custo.
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Em uma operação que estruturamos para uma fintech de médio porte, a implementação do modelo EBITDA-driven reduziu o budget de mídia em 22% enquanto aumentou a receita líquida em 41%. A diferença estava na realocação: canais com alto volume mas baixa margem foram substituídos por estratégias com payback mais curto e maior contribuição por cliente.
"Marketing que não impacta o EBITDA não é growth, é gasto. A diferença está na capacidade de provar a conexão com números."
Este modelo não é teórico. Foi desenvolvido e validado em operações reais com marcas que faturam de R$50M a R$2B ao ano. É a base da metodologia que aplicamos na Modesto Growth Partners.
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